Diamantina: o que fazer na cidade dos diamantes e JK!

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O destino de hoje, das Minhas Minas Gerais, é Diamantina, antigo Arraial do Tijuco. Trilha dos diamantes, nos Séculos XVII e XVIII, terra natal do Presidente JK e Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade. Estivemos lá em Janeiro, mas só agora pude parar e contar o que achei do passeio!
A cidade está incrustada na Serra do Espinhaço. Colossal paredão de pedra que circunda toda Diamantina. De lá também vem as mimosas “Sempre Vivas”, flores delicadas, que parecem ter sido feitas à mão. No caso em questão, não as mãos do homem!!
Ao fundo a Serra do Espinhaço.
“Sempre Vivas”, flores nativas da Serra do Espinhaço. São colhidas, uma a uma, para formarem os buquês e enfeitarem outros tipos de artesanato. Seu colorido é natural !!
Mais uma vez, se você quiser conhecer uma cidade histórica mineira, ande! Ande muito, sem medo de ser feliz!! Pois só assim poderá conhecer tudo (ou quase), o que a cidade oferece, e em Diamantina não foi diferente. Nossa pousada ficava exatamente no Centro Histórico, o que facilitou muito, claro. Chegamos à cidade já depois das 14h00, demos a entrada no hotel e pernas pra que te quero. Foi uma história de sobre e desce ladeira, mas que valeu cada pedra de calçamento andada eheheh…
Visitamos a Casa de Chica da Silva, escrava que escandalizou a côrte e os fidalgos, no Século XVIII. Ela era amante de João Fernandes de Oliveira, rico comerciante de pedras, que a ela dava tudo e fez com que fosse “aceita” entre os nobres. A atriz Zezé Motta a imortalizou no cinema. Hoje a casa é um museu e funciona de segunda a sábado, de 09h as 17h, com entrada franca.
Da antiga Capela, que fazia parte do casarão de Chica da Silva, resta apenas o portal.
Outro ponto turístico interessante é o Museu do Diamante, que conta toda a trajetória desde o momento em que foi identificada a primeira jazida, como era feita a extração, maquinário, etc. Lá estão expostas peças ligadas ao ciclo de exploração do diamante e objetos de arte sacra, como oratórios dos séc. XVII e XVIII. Funcionamento: terça à sábado, de 12h as 17h30; domingos e feriados das 09h às 12h. Entrada gratuita.
Foto: Portal Viva Diamantina.
A cidade tem inúmeras Igrejas. Todas em estilo barroco. Algumas, como a Catedral e a de Nossa Senhora do Carmo, estão abertas a visitação.
Fachada da Catedral Metropolitana de Santo Antônio.
Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo. É uma das principais igrejas barrocas da cidade. Valor do ingresso, R$ 2,00.
Casario colonial.
As Ruas da Quitanda e Direita, no Centro Histórico, concentram os bares e restaurantes, além de casas de artesanato. Sugestões: Recanto do Antônio, no Beco da Tecla,39; e o Gringo´s, na Rua Direita, 68. Ótimos !
Conjunto Histórico Arquitetônico de Diamantina.
Prédio da Prefeitura. Construído nos primeiros tempos do Arraial do Tijuco, o prédio foi edificado por iniciativa do governo colonial, com a designação especial da sede da intendência dos Diamantes. A partir da segunda metade do séc. XIX, passou a servir às atividades escolares, tendo funcionado em 1860 o Externato de Diamantina e, entre 1879 e 1896, a Escola Normal. Em 1907, instalou-se no velho sobrado um Grupo Escolar.
Detalhes…
Chafariz da Câmara. Como na época não havia água canalizada nas casas, esses chafarizes eram construídos em locais estratégicos das vilas. Suas decorações eram quase sempre com carrancas ou animais marinhos. Sua construção, original de 1861, apresenta nas bicas seis máscaras: cinco em pedra sabão e uma em cimento. O frontão, ao alto, exibe a data de 1890.
Detalhe da torre da Catedral.
Eu e meu amigo JK!! Estátua em homenagem ao filho ilustre da cidade. Fica na praça que leva seu nome.
Passadiço da Glória. São dois prédios ligados por uma espécie de passarela. Foi residência de uma rica senhora, Dona Josefa Maria da Glória, que dá nome ao casarão. Posteriormente, passa a ser residência de intendentes de diamantes e, 1876, é entregue às irmãs de São Vicente de Paulo, que ali administram um orfanato e um internato. São elas que mandam construir o passadiço. Conta a história que a intenção era preservar as internas dos olhares alheios, principalmente dos rapazes!! Com a passarela, todos podiam ir e vir, entre os prédios sem serem vistos. Aberto a visitação de segunda a domingo, a partir das 08h30. Entrada gratuita.
Vista do Mercado Velho.
Marido pego no “clic”!!
Claro que Niemayer não poderia faltar em Diamantina! Fachada do Hotel Tijuco, projetado por ele. O novo e moderno, em contraste com o colonial.

Outro ângulo da Praça JK.
“Casa do Muxarabiê”, atualmente uma Biblioteca, o casarão é um remanescente de uma das mais singulares construções do período colonial mineiro, única que ainda conserva, em sua forma original, um muxarabi, balcão em treliças de influência moura, destinado a observação discreta do que se passava na rua. Uma forma de ver, sem ser visto !
Se vocês estiverem em Diamantina, não podem perder o Café do Beco. Acontece aos domingos, das 08h às 12h, no Beco da Tecla. Os quitutes são colocados em mesas, com preços variados. O café é sempre cortesia! Mas o charme desse encontro matinal, é o Grupo da Seresta, que anima os comensais com músicas do cancioneiro popular. Impossível não sair dançando !!!
São muitos os pontos turísticos a serem visitados, mas a casa simples, a Rua São Franciso, n° 241, talvez seja o mais emblemático. Ali viveu o Presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira, e a casa guarda tudo o que lhe pertenceu. Seu quarto está lá, conservado. Visitação de terça à sábado, das 09h às 17h; domingos e feriados, das 09h às 12h. O ingresso custa R$ 3,00.

Além de todas estas atrações, a cidade também é um convite a gastronomia e a música!! No mês de novembro acontece o festival de gastronomia Diamantina Gourmet. E de março a outubro a Vesperata, manifestação musical genuína de Diamantina. No evento os músicos tocam nas sacadas e janelas dos seculares casarões da Rua da Quitanda e são regidos pelos maestros posicionados no centro da rua, junto ao público presente. Espetáculo imperdível.

Espero que tenham gostado do passeio!!!

Besos

Fotos: Acervo pessoal.
Foto do Museu do Diamante: Portal Viva Diamantina.
Fontes de algumas legendas: IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional.
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